The — Gallery 42
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Bastidores

Antes da galeria, existia a vontade de descobrir arte

A The — Gallery 42 nasceu de um hábito simples: caminhar pela cidade, encontrar artistas e acompanhar as histórias por trás das obras.

21 de setembro de 20262 min de leitura
Obra Copacabana, de Alex Hornest, parte do acervo da The — Gallery 42

Antes de existir um nome

Antes da The — Gallery 42 existir, já havia um hábito: caminhar por São Paulo observando os muros, procurando artistas, entrando em exposições e guardando referências de tudo o que despertava curiosidade.

Não existia um plano de abrir uma galeria. Existia vontade de descobrir.

Quando as descobertas chegaram em casa

Em algum momento, algumas dessas descobertas começaram a ocupar as paredes. Uma obra levou a outra; um artista apresentou outro. Comprar deixou de ser apenas escolher uma imagem. Também passou a envolver perguntas: quem fez, de onde veio o trabalho e quais histórias existiam ao redor dele?

Desde 2018, esse olhar formou um acervo que hoje reúne trabalhos de diferentes artistas. O número ajuda a dimensionar o percurso, mas a essência estava nos encontros e nas conexões construídas ao longo do caminho.

Um filtro pessoal

O acervo não começou com a intenção de representar uma escola, um período ou uma tendência específica. O critério era direto: a obra precisava despertar a vontade de conviver com ela.

Com o tempo, as escolhas individuais começaram a revelar afinidades. Arte urbana, produção gráfica, diferentes suportes e histórias ligadas à cidade passaram a formar um conjunto reconhecível — sem apagar a singularidade de cada artista.

Por que transformar o acervo em galeria

A The — Gallery 42 nasceu da vontade de dividir essas descobertas com mais pessoas, aproximar públicos e artistas, contar as histórias por trás das obras e tornar a experiência de conhecer e adquirir arte menos distante.

A cidade continua sendo uma das principais portas de entrada. No site, essas descobertas ganham um lugar para permanecer, criar relações e seguir para novas casas.

Uma história ainda em construção

O Feed faz parte desse movimento. Algumas histórias começam em uma obra; outras, em um artista, uma caminhada ou uma conversa. Reunidas, elas ajudam a criar caminhos para quem deseja olhar arte com mais tempo.

A galeria nasceu do encontro entre curiosidade e convivência. E continua mudando a cada artista apresentado, a cada obra descoberta e a cada pessoa que passa a fazer parte dessa história.

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